O concurso do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, que abrange Pará e Amapá, está oficialmente aberto e contempla 24 especialidades para os cargos de Analista e Técnico Judiciário. Entre elas está o cargo de Técnico Judiciário, Agente da Polícia Judicial, que exige uma etapa decisiva: o Teste de Aptidência Física, o TAF. A remuneração informada para essa carreira é de R$ 11 mil.
Para quem mira a Polícia Judicial, o detalhe não é secundário. O TAF é eliminatório e exclusivo desse cargo. Isso significa que não basta ter boa nota na prova objetiva. O candidato precisa chegar fisicamente apto a cumprir os testes no padrão exigido. Quem deixa o treino para a última hora corre o risco real de perder a vaga mesmo com um bom desempenho nas provas teóricas.
Como será o TAF do TRT 8
O Teste de Aptidão Física é composto por três grupos de exercícios: teste abdominal para homens e mulheres; teste de flexo extensão de cotovelos em apoio no solo, com variação para homens e mulheres; e corrida de 12 minutos para ambos os sexos.
No teste abdominal, o candidato tem 1 minuto para executar o movimento. A posição inicial é em decúbito dorsal, deitado de costas no solo, com os dedos das mãos tocando as têmporas, joelhos e cotovelos flexionados e apoio nos tornozelos. Ao sinal, deve contrair o abdômen, tocar o cotovelo direito no joelho direito e o cotovelo esquerdo no joelho esquerdo, de forma simultânea, e retornar.
No teste de flexo extensão de cotovelos, a descrição divulgada indica que o candidato deve manter as duas mãos apoiadas no solo, com dedos voltados para frente, braços paralelos e estendidos e cabeça alinhada. Já a corrida de 12 minutos cobra condicionamento aeróbico e controle de ritmo. Índices, marcas mínimas, intervalos e critérios de reprovação precisam ser conferidos no edital e nos anexos oficiais.
Dados do concurso
O certame do TRT da 8ª Região oferece 24 especialidades para Analista e Técnico Judiciário. O cargo de Técnico Judiciário, Agente da Polícia Judicial, tem remuneração informada de R$ 11 mil e exige o TAF como etapa eliminatória. A publicação do concurso não elimina a necessidade de acompanhar o edital, os cronogramas e as convocações para cada fase.
O que esta notícia muda na preparação
O ponto central é que o TAF altera a lógica de estudo. Em cargos administrativos, o esforço costuma ficar concentrado em português, direito, informática, legislação e raciocínio lógico. No caso do Agente da Polícia Judicial, o corpo entra no edital. A rotina precisa incluir treino de abdômen, flexões e corrida, com progressão gradual e orientação profissional.
Não adianta treinar apenas força ou apenas corrida. O teste cobra resistência abdominal, força de membros superiores e condicionamento aeróbico na mesma etapa. A recomendação é montar um plano semanal com essas três frentes, além de avaliação médica e cuidado para evitar lesões. Candidatos que já treinam devem ajustar o volume ao tempo disponível. Quem está sedentário precisa começar com cautela e evoluir aos poucos.
O que estudar e como treinar
Na parte teórica, o candidato deve alinhar o estudo das disciplinas do cargo com a rotina física. O TAF não substitui a prova objetiva, mas exige energia e recuperação. Uma boa estratégia é reservar dias fixos para o treino e evitar deixar a atividade física para os dias que antecedem a prova.
Também vale simular os testes em condições próximas às do dia oficial, incluindo o tempo de 1 minuto no abdominal e a corrida de 12 minutos. A leitura do edital faz parte do estudo: requisitos, documentos, prazos e critérios de eliminação precisam estar claros. Para o Agente da Polícia Judicial, o candidato deve acompanhar todas as etapas previstas no cronograma oficial.
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